quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Mistério do Transporte Escolar de Ilhéus

 
Parte 1 - A novela é longa, desde 2009 pelo menos.


Pista 01 - o contrato é de transporte escolar, mas a empresa que o assina é dedicada a terraplanagem.
Pista 02 - a empresa não é sediada em Ilhéus.
Pista 03 - a empresa não possui ônibus.
Pista 04 - seu sócio-administrador tem duas motos pequenas.
Como será que executou o contrato? Transportando mais de 200 alunos em uma moto Biz?

Continua nos próximos dias...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Operação SUSto revela mais uma crise no sistema público de saúde de Ilhéus

Do Bahia On Line


A Operação SUSto, executada na segunda-feira (01) por agentes da Polícia Federal em Ilhéus, que cumpriu mandado de busca e apreensão em quatro clínicas médicas da cidade acusadas de cobrar por procedimentos que deveriam ser oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) revela, em sua essência, a crise vivenciada por todo o sistema público de saúde do município, sua fragilidades e a forma encontrada por pessoas e instituições para ganhar mais dinheiro com a crise. Ou, no mínimo, ser beneficiada pelo caos.
De acordo com o superintendente regional da Polícia Federal na Bahia, delegado José Maria Fonseca, que comandou a operação em Ilhéus, há concretas evidências de que clínicas particulares credenciadas a prestar o serviço público, estariam cobrando de pacientes humildes por procedimentos que cabem ao próprio estado ser responsável pelo pagamento. Documentos e equipamentos apreendidos por agentes em quatro clínicas da cidade serão agora periciados em busca de provas e materiais de comprovação do crime.
Para a PF, a operação era clara. Pacientes que deveriam ser atendidos pelo SUS, mas que teriam que aguardar por pelo menos 60 dias numa fila interminável de pessoas na mesma situação, eram convidados a pagar uma taxa para "furar" a fila. O valor cobrado correspondia a metade de uma consulta particular, cerca de 60 reais, segundo foi apurado pela PF. Com necessidade de urgência para ter o atendimento, muitas pessoas se sujeitavam a pagar a taxa para minorar o sofrimento produzido pelos caos instalado no sistema público de Ilhéus. "Teve gente que deixou de comprar alimento para ter o privilégio", garante o delegado. Agentes da Polícia Federal chegaram a se passar por pacientes nesta condição de emergência para comprovar a denúncia. E comprovaram.
Mas a versão de um dos acusados, o médico e ex-deputado federal Roland Lavigne, é outra. Na manhã desta quarta (03), ele concedeu entrevista ao Programa o Tabuleiro, da Conquista FM, e disse que não há absolutamente crime algum no procedimento feito pelas clínicas de Ilhéus. Para explicar como funciona a cobrança ele deu o seguinte exemplo: o paciente é consultado por um ortopedista que resolve lhe pedir um exame. Ele faz esta solicitação no formulário do SUS e para este ter validade é preciso ter uma nova autorização expedida pela Central de Regulação do sistema.
Só que ao tentar marcar o exame, o paciente percebe que terá de esperar muito tempo para atingir seu objetivo. Então vai até o local do procedimento e de posse do pedido do médico, "agiliza" o exame, pagando uma taxa diferenciada, uma tabela criada pelas clínicas para pacientes do SUS nesta situação. Não há crime, segundo Roland, por que o procedimento só seria cobrado do governo, caso a Central de Regulação tivesse autorizado.
Questionado pelo radialista Vila Nova se isso poderia ser feito através de um pedido em um formulário do Sistema Único de Saúde, o médico afirmou: pode ser nele ou num pedaço de papel de pão. Tudo é válido. E foi além: "Ele (o paciente) está sentindo dor, não quer enfrentar a fila do SUS para pegar a autorização da secretaria de saúde. Então vai e procura o médico e a secretária diz que exame custa tanto. Qual o crime que tem isso?", questionou.
De fato, o modus operandi exempilificado pelo médico Roland Lavigne pode descaracterizar a cobrança dupla (SUS + taxa de agilização) do procedimento. Mas não deixa de cometer uma possibilidade real de manipulação e de realização de bons novos negócios. Veja por que: cada uma destas empresas possui uma quantidade de guias para usar mensalmente no atendimento gratuito à população. Esta quantidade jamais é informada ao paciente carente. Portanto, sem esse controle popular, é possível que a empresa prestadora de serviço use estas guias de acordo com o seu interesse, dificultando o atendimento gratuito e forçando o paciente a usar o critério da "fila furada", muito mais lucrativo para os médicos.
Ademais, ao cobrar um preço diferenciado para os pacientes do SUS, as clínicas usam como parâmetro a condição do paciente, de prejudicado por um sistema que, na Constituição, é apontada como direito de todo brasileiro. Se a intenção, ao ir à emissora de rádio, era defender as quatro clínicas investigadas, Roland terminou mesmo, ajudando a Polícia Federal na investigação.
Para Roland, a ação da PF em sua clínica foi "uma invasão" e ele se sente lesado pela operação. "A PF fez estardalhaço para encobertar os verdadeiros ladrões de Brasília", disse ao radialista Vila Nova. "Resguardamos os direitos dos mais necessitados", defende-se o superintendente da PF na Bahia. Segundo ele, nos próximos dias, a PF decidirá, após avaliar a documentação que tem em mãos, se o inquérito será ou não transformado em processo. A PF reconhece que esta cobrança ilegal já acontece há alguns anos em Ilhéus e garante que a investigação que resultou na Operação SUSto durou cerca de três meses.
A causa - O credenciamento das clínicas e laboratórios em Ilhéus é um ponto nevrálgico na administração do prefeito Newton Lima. Quando o Partido dos Trabalhadores assumiu o comando da pasta, a secretaria de Saúde chegou a publicar um Chamamento Público que consistia em democratizar a distribuição de guias de atendimento na cidade, de acordo com a competência de cada instituição. Em resumo: as clínicas, hospitais e laboratórios teriam que se credenciar a oferecer determinados serviços e seriam cobradas pela qualidade.
O Chamamento terminou não vingando. E por um simples motivo: para participar do processo, todas elas teriam que estar quite com documentações e impostos municipais, estaduais e federais. Com este critério, restariam poucas ou quase nenhuma habilitada. A prefeitura resolveu então distribuir as guias de acordo com a sua própria avaliação de importância, critério bastante questionado pelos que, obviamente, ficaram de fora.
Às vésperas de pedir exoneração do cargo, o então secretário Jorge Arouca, publicou, por conta própria, no Diário Oficial do Município, o cancelamento de todos os contratos. Como estava de saída, resolveu mexer na ferida. A reação foi imediata. Muitos só ficaram sabendo da decisão do secretário demissionário (e por que não dizer incendiário), por intermédio de uma matéria exclusiva publicada pelo Jornal Bahia Online (clique aqui), inclusive o prefeito Newton Lima. Dias depois, a publicação foi tornada sem efeito e tudo voltou ao que era antes.
A briga por poder e controle sobre o Sistema Único de Saúde em Ilhéus não é de agora. A reportagem do JBO apurou que não há absolutamente nenhuma fiscalização no uso destas guias. Todos os meses, as clínicas e laboratórios credenciados usam o teto do que lhes são autorizados. Dizem que fizeram. Mas não há absolutamente ninguém da secretaria de saúde que confirme isso. Recentemente, um fato chamou a atenção dos dirigentes da Prefeitura. Durante uma demorada paralisação de todos os servidores da Saúde, as clínicas não se fizeram de rogadas e se utilizaram do teto estabelecido. Ou seja: mesmo sem a secretaria funcionar, as clínicas atenderam 100 por cento da demanda a que tinham direito. Como pode?
Com o caos estabelecido e um governo fragilizado, muitas vezes em débito com o fornecedor e sem condições de fazer grandes cobranças aos conveniados, muitos, ao que aponta a apuração da PF, enxergaram uma outra forma de ganhar dinheiro. É o que agora está sendo investigado, porque, mais uma vez, é a população quem paga - literalmente - o preço da ilegalidade.

Crédito: Blog do Gusmão

REUNIÃO IMPORTANTE entre a Câmara Municipal e o Sindicato dos Radialistas de Ilhéus

REUNIÃO
 
Nesta 4ª feira, 03/08, às 15h, acontece a 1ª reunião entre a Comissão Permanente de Direitos Humanos da Câmara Municipal e o Sindicato dos Radialistas de Ilhéus, para tratar de assuntos ligados à agressão ao radialista Fábio Roberto e tomadas de decisões junto as autoridades competentes, na brevidade das providencias para apuração dos supostos criminosos. A REUNIÃO ACONTECE NA SALA DE COMISSÕES VEREADOR MARCUS PAIVA.
 
Para Elias Reis, Presidente do Sindicato dos Radialistas de Ilhéus, espera-se que a agressão não fique no esquecimento. "Não mediremos esforços  junto aos poderes constituidos, para que fatos covardes desta natureza nunca mais aconteça em Ilhéus", conclui.
 
 
 
Abraços e, contamos com chamamento e participação de todos!
 
SINDICATO DOS RADIALISTAS DE ILHÉUS
RIta de Cássia Carvalho,
Assessora

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Concluídos os preparativos para o I Seminário de Mobilização Social pela Educação em Ilhéus

Em reunião realizada na 8ª Promotoria de Justiça de Ilhéus na tarde de hoje, 02 de agosto, com a presença de representantes das secretarias municipais de Educação e de Governo, Conselhos Municipais de Educação, Fundeb e Meio Ambiente, APPI e Comitê de Mobilização Social pela Educação, foram discutidas as últimas providências para o I Seminário de Mobilização Social pela Educação em Ilhéus.

O Seminário será realizado no dia 11 de agosto de 2011, das 14h às 17h, no auditório da Ceplac, Centro de Ilhéus. Entre outras atividades do evento, o tema Acesso, Permanência e Sucesso Escolar será desenvolvido pela Professora Gilvânia Nascimento, Presidente do Conselho Municipal de Educação. Já o tema Violência Escolar será analisado pelo Capitão Jácome, da Polícia Militar da Bahia.

As atividades são parte do desenvolvimento do Programa O MP e os Objetivos do Milênio, que busca a mobilização do Poder Público, colegiados de controle social e sociedade para a concretização do direito social à Educação Básica. A data foi escolhida em função do Dia de Mobilização Social pela Educação, criado pela Lei Municipal nº 3.545, de 09 de junho de 2011.

Desvio de verbas do transporte escolar.


Desvio de verbas do transporte escolar.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Persistem falhas na estocagem de alimentos nas escolas

 
No dia 26 de julho, na visita realizada pelo Programa O MP e os Objetivos do Milênio a três escolas públicas,   a Vigilância Sanitária de Ilhéus apreendeu produtos destinados à alimentação escolar. Eram produtos impróprios para o consumo, alguns por indevida forma de acondicionamento, outros por terem ultrapassado a data de validade.

A VISA e o Conselho de Alimentação Escolar aproveitam as visitas para orientar as merendeiras e o diretor(a) da escola sobre a estocagem dos alimentos.

Os alunos do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), da cadeira de segurança alimentar, ministrada pelo professor Pedro Leite, foram divididos em equipes e irão às escolas públicas para auxiliar na capacitação das merendeiras, através de minicursos, palestras e oferta de cartilha, por eles preparada, sobre manipulação de alimentos. O trabalho desenvolvido pelos universitários será parte da avaliação do semestre.
Bom trabalho aos futuros Médicos Veterinários!

domingo, 31 de julho de 2011

UESC ADERE AO ENEM

Postado por Blog do Gusmão
Reunido desde as 09h desta sexta-feira (29) o Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (Consepe) da UESC decidiu que 50% das vagas que a instituição disponibiliza, para seus cursos de graduação, serão preenchidas por estudantes que fizerem o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), já em 2012.

As outras vagas serão completadas por meio do tradicional vestibular.

A reunião do conselho terminou as 17h15min, com 32 votos a favor da proposta de adesão parcial ao Exame, e 16 votos contra a proposta, que foi apresentada pela Pró-reitoria de Graduação (Prograd).

O conselho decidiu também que o vestibular deixará de existir em 2013, quando a UESC adotará o ENEM como única forma de acesso aos seus cursos de graduação.

Aos 103 anos, mulher começa a estudar no interior da Bahia

postado por Blog do Gusmão

Independente, lúcida e ainda dando tragos no seu cachimbo, Dona Beduína já aprendeu a escrever o primeiro nome

Thiago Guimarães, iG Bahia 
A aluna mais aplicada do curso de alfabetização de adultos em São Sebastião do Passé (68 km de Salvador) não perde um dia de aula. Sob sol ou chuva, caminha 200 metros até a escola, quatro noites por semana. Enquanto conhece letras e números, divide lembranças raras: a morte do cangaceiro Lampião, Primeira Guerra Mundial, a “grande seca” de 1932 na Bahia.

Foto: Thiago Guimarães/iG Ampliar
 
Maria Joviniana e a bisneta na sala de aula em São Sebastião do Passé, no interior da Bahia: "Nunca me dediquei a estudar, e não tinha escola como tem hoje".
Maria Joviniana dos Santos tem 103 anos, como atestam 19 comprovantes de votação bem gastos que faz questão de mostrar. Nasceu em 15 de julho de 1908, no Brasil que vivia o quinto governo da República, somava 20 anos sem escravidão e apenas 600 carros - importados - pelas ruas.
Dona Beduína, como é conhecida, atendeu ao chamado de uma educadora de 33 anos que, em fevereiro deste ano, passou por sua rua recrutando alunos para um programa de alfabetização do governo estadual. “É ruim ver a palavra de Deus e não saber explicar, ver uma receita médica, não saber que dia é. Eu disse: não estou fazendo nada, vamos ver se aprendo alguma coisa”, diz a centenária.

É ruim ver a palavra de Deus e não saber explicar, ver uma receita médica, não saber que dia é. Eu disse: não estou fazendo nada, vamos ver se aprendo alguma coisa"
Com lucidez e energia notáveis, dona Beduína conta que teve poucas possibilidades de estudar - chegou a cursar o extinto Mobral, programa de alfabetização do regime militar, mas a experiência durou pouco. “Nunca me dediquei a estudar, e não tinha escola como tem hoje.”
A trajetória da baiana do Recôncavo acompanhou a de São Sebastião do Passé, embora tenha nascido antes da criação oficial do município, em 1926. Viveu de fazenda em fazenda com o pai, que era caseiro, ao sabor dos resultados nas roças de mandioca, principal cultivo local. A cultura declinou diante da pecuária, o pai foi ser carroceiro em Salvador e a menina ficou com a avó, parteira, em Lameirão do Passé, distrito a 18 km da sede da cidade.
Dos tempos com a avó, Joviniana conta das mangabas - fruto cultivado há séculos pelos povos do sertão brasileiro - que catavam e reuniam em latas para vender. Havia também o coco e o óleo da piaçava, espécie nativa baiana, e a água que a avó buscava longe para as casas mais abastadas, naqueles tempos sem encanamento. “Botava água para ganhar um litro de farinha, um pedaço de carne. Disso a gente ia vivendo.”
A memória também evoca fatos históricos, como a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e os tios que se jogavam em rios para fugir dos “carros forrados com lona verde” do recrutamento “porque não tinha esse negócio de ir para a guerra”. Canta “Salve a Princesa Isabel”, samba de 1948 de Paquito e Luis Soberano, e se lembra do jornal que estampava as cabeças cortadas do bando de Virgulino Ferreira da Silva, o cangaceiro Lampião, morto em 1938. “Ele era uma boa pessoa”, diz.

Aulas em família
Na sala da escola estadual Luís Eduardo Magalhães, dona Beduína já escreve o primeiro nome. “Ela conta muitos casos. Se deixar, acho que até dá aula, mas é bastante concentrada na hora da atividade”, diz a estudante de pedagogia Francisca Ferreira, professora da turma de 20 alunos de 22 a 103 anos, a maior parte entre 50 e 60 anos.

Desisti da irmandade porque não dorme com marido, não bebe cachaça, não fuma, não come carne"
Joviniana é um dos 351 alunos em São Sebastião do Passé do Topa (Todos pela Alfabetização), programa do governo Jaques Wagner (PT). A iniciativa reflete velhos problemas da educação do País – os professores do programa, todos voluntários, ainda não receberam em 2011 a ajuda de custo mensal de R$ 250. A Secretaria da Educação da Bahia informou que os repasses estão atrasados porque a prefeitura de São Sebastião do Passé não confirmou dados de presença dos docentes. A prefeitura disse estar providenciando as informações.
Para além das dificuldades, o exemplo da estudante centenária animou Maria da Silva dos Santos, 59 anos, que também passou a frequentar as aulas e caminha de mãos dadas com a amiga até a escola todos os dias. Outra colega é Maria Cecília dos Santos, 58 anos, uma das sete filhas de dona Beduína. Ao todo, a matriarca teve quatro maridos (o último morreu há cerca de dez anos) e 17 filhos, dos quais 14 estão vivos, espalhados por cidades do entorno de Salvador e em São Paulo. São 92 netos, e a família já perdeu a conta dos outros descendentes.

Foto: Thiago Guimarães/iG Ampliar
Bahia é o Estado com mais brasileiros centenários: são 3.525 ao todo, segundo o censo 2010 do IBGE. Entre eles, dona Beduína
Fumo e feijão
A Bahia é o Estado com mais brasileiros centenários – são 3.525 ao todo, segundo o censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) - entre eles, dona Canô, mãe do cantor e compositor Caetano Veloso. Dona Beduína diz que ajuda a compor a estatística com muito feijão. “Como feijão ao meio-dia, à noite. É meu café.”
Joviniana também dá seus tragos de cachimbo até hoje. “Solta o catarro da garganta e desentope o ouvido”, diz. Conta que já gostou de cachaça e “muita pimenta”, mas agora só de vez em quando.

Ela afirma que até pensou em fazer parte, quando jovem, de uma irmandade, associações religiosas de caráter comunitário. “Desisti da irmandade porque não dorme com marido, não bebe cachaça, não fuma, não come carne.”
Dona Beduína vive apenas com um neto de 26 anos. Uma filha mora ao lado, mas a centenária é independente. Serve café, conversa com a reportagem e se prepara para mais uma noite de aula – o curso de alfabetização, de 360 horas, vai até o final do ano. “A gente nessa idade ficar dentro de casa é muito ruim, a doença toma conta. Vamos para ver se ainda aprendo alguma coisa.”

5ª Conferencia Municipal de Saúde de Ilhéus.


Foto Roberto Corsário
 
















 




 
 



 
 










Escola Barão de Macaúbas está em reforma

A Escola Municipalizada Barão de Macaúbas, uma das três escolas visitadas pelo Programa O MP e os Objetivos do Milênio no dia 26 de julho, passa por processo de reforma e ampliação.
Duas salas estavam desativadas no dia da visita, para pintura. A acessibilidade foi melhorada, com a construção de rampa. 
Foi relatado, entretanto, que a escola é constante alvo de lançamento de garrafas, com danificação de telhado e risco para os alunos e professores que circulam pelo pátio. O fato está sob apuração na Delegacia de Polícia de Ilhéus.

Veja outras fotos:
Imagens: Arquivos da 8ª Promotoria de Justiça de Ilhéus.

APPI Itinerante visita escolas na Praia do Norte e identifica graves problemas

  A APPI itinerante esteve no último dia (27) visitando as escolas na região da Praia do Norte, passando pela Escola Malaquias Reis, na Tulh...