CONVOCAMOS A TODOS PARA ASSEMBLEIA GERAL, 21/08, 14:30 HORAS, NO AUDITÓRIO DO IME.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
BORG FM DÁ SHOW NA TRANSMISSÃO DO NIVER DA BANDA TOP GAN NO IGUAPE
Postado por BORG FM

APESAR
DA FORTE CHUVA, O IGUAPE ONTEM BALANÇOU AO SOM DE VÁRIAS BANDAS QUE
AGITAM A ZONA NORTE NO NIVER DA BANDA TOP GAN. RODRIGO BAHIA E BANDA,
LINGERIE DE PATRICINHA E SAMBA VIP FORAM ALGUMAS DAS ATRAÇÕES QUE
ESQUENTARAM A FESTA QUE TEVE A TRANSMISSÃO AO VIVO EM TEMPO REAL DA BORG
FM DO AMIGO NETO BORGES COM A PARTICIPAÇÃO DE RICARDO MAGALHÃES E
OUTROS CONVIDADOS. PARAQBÉNS A BORG. CONFIRA AS IMAGENS:
















EXECUTIVA DO PRP DE ILHÉUS, VISITA OS CANDIDATOS DO PARTIDO PARA PRESTIGIÁ-LOS EM SEUS REDUTOS ELEITORAIS.
Jeová, amigo e companheiro de Marcos Caldeira, "Disse, não é facil convencer a comunidade que ela pode ter um vereador que viva na própria comunidade", mais estamos convencendo-a do óbvio.
Marcos e seu futuro assessor " Jeová"
Amigos e moradores da comunidade do Alto da Soledade
Representantes de Bloco Afro, Capoeira, Samba de Roda e Terreiro de Candomblé
Marcos Caldeira, em discusso com a comunidade, "Me elejam e a cultura popular será meu legado, bandeira de inspiração do meu mandato"
Pai Caldeira, felicitando boas vindas aos amigos e eleitores do seu filho Marcos Caldeira
Lideranças, moradores, representantes do Samba de Roda, Capoeira e cultura popular
Executiva do PRP/Ilhéus, R. Corsário e Durval Queiroz, com Marcos Caldeira que é candidato a Vereador
A executiva do PRP em Ilhéus adotou uma estratégia
de acompanhamento dos candidatos do partido, a fim de prestigiá-los nas suas
bases eleitorais, Ontem (19) o Presidente Durval Queiroz e o Secretário
Roberto Corsário foi acompanhar o candidato a vereador Marcos Caldeira em reunião
com seus eleitores, segundo Marcos Caldeira essa iniciativa não só valoriza os
candidatos, mais também lhes dar confiança para pedir o voto, “minha comunidade
recebeu a iniciativa com muito entusiasmo, alguns que ainda se encontravam em
dúvida das nossas chances, apartir de ontem puderam ter a certeza de que o
grupo é unido e sem dúvida nenhuma fará vereador”. Para o Presidente Durval,
esse momento que tiramos para visitar nossos candidatos é muito importante para
medirmos a densidade eleitoral de cada candidato em sua base eleitoral, sabemos
que candidato de partido pequeno não tem muito apoio de suas bases, por
entender que as chances são mínimas, mais não no PRP que todos têm chances de
ser eleito, e com uma pequena margem de voto. Roberto Corsário endossou as
palavras de ambos os companheiros de partido, acrescentando que essa estratégia
é fruto do trabalho de 01 ano de montagem do PRP em Ilhéus, na composição da
coligação PRP/PTN que há um ano que vem firmada, logo em seguida conclusa com a
chegada do PSDB do Deputado Augusto Castro ao qual ele e Durval foram assessores
de campanha para deputado em 2010, que também trouxe para a composição o Partido
Democrata do Deputado Federal ACM Neto, que hoje concorre a prefeitura de
Salvador, tudo isso é mérito da executiva, dos companheiros candidatos, do
Presidente Estadual Jorge Aleluia, que acreditou no nosso trabalho, sabemos que
só faremos vereadores se estivermos trabalhando conjuntamente, não podemos
disparar três, quatro candidatos e deixar a rabeira a toa, seja na
participação, seja nos compromissos de materiais, estivemos em salvador na
última semana buscando apoios para nossos candidatos, pelo menos para termos
santinhos em mãos, não podemos deixar Marcos Caldeira, Seu Madruga, Rita de
Cássia, entre outros do partido, pedindo voto sem ter a principal ferramenta
que é o santinho, partido pequeno é assim mesmo, é um por todos e todos por um,
tem gente que não acredita que vamos fazer vereador, mais como nosso slogan já
diz" Agora é a vez dos pequenos" as urnas no dia 07 de outubro
confirmará vereador para o PRP de Ilhéus, e continuaremos dando toda atenção
aos nossos candidatos, sempre que pedirem estaremos acompanhando suas
atividades, sem se descuidar também da nossa campanha, tudo isso foi planejado
e discutido, agora estamos colocando em pratica, só não podemos fazer o que
deixaram de cumprir com o PRP, mais isso é assunto pra outro momento, o momento
agora é de Marcos Caldeira – 44.345 candidato a vereador pelo PRP, na coligação
PRP/PTN/PRP/DEM e PSDB.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Uma volta atrás
Por que o Brasil não salta a barreira do blá-blá-blá e engrena uma política vencedora de esporte na escola
11 de agosto de 2012 | 20h 00
Christian Carvalho Cruz, de O Estado de S.Paulo
Joaquim Carvalho Cruz (sim, só uma coincidência)
tinha 21 anos quando, vestindo azul, carregou sua magreza e seu
semblante de esforço ao até hoje único ouro olímpico do Brasil em provas
de pista no atletismo. Correu a final dos 800 metros rasos dos Jogos de
Los Angeles, em 1984, em 1 minuto e 43 segundos, recorde olímpico na
ocasião. Lá se vão quase 30 anos. E tanta coisa mudou de lá para cá. A
União Soviética, que boicotou aquela Olimpíada, desapareceu. A China
ficou só em quarto. O próprio Joaquim, que continua magro, modesto e
tímido, já não tem aquela cabeleira toda, ganhou uns fios grisalhos e
agora fala com leve sotaque americano - reflexo dos 30 anos nos Estados
Unidos, onde estudou, casou, cria seus dois filhos adolescentes,
trabalha num centro médico da Marinha americana procurando talentos
esportivos entre militares feridos de guerra, treina atletas olímpicos e
paraolímpicos do país e, finalmente, onde pensa em maneiras de mudar o
Brasil por meio do esporte.

Divulgação
“É incrível que nesses 30 anos quase nada tenha mudado
estruturalmente nessa área. Será que nossos dirigentes e políticos ainda
não enxergaram que a solução para nossos problemas está no esporte na
escola?”, ele pergunta retoricamente, porque sabe bem a resposta. “É na
escola que formaremos uma base grande da qual será possível tirar muitos
campeões.” De outro modo, ele lamenta, continuaremos a suspirar por
esporádicos heróis como o ginasta Arthur Zanetti, ouro nas argolas em
Londres, e os irmãos Falcão do boxe, que treinavam humildemente socando
humildes bananeiras num humilde quintal. “A falta de oportunidades para o
garoto brasileiro que queira ser esportista me assusta.”
Mas Joaquim não fala apenas. Ele também age. Em Brasília, onde mantém
um instituto que leva seu nome, acaba de iniciar um processo seletivo
para descobrir e formar fundistas capazes de medalhar na Olimpíada de
2020. O Programa Rumo ao Pódio, patrocinado pela multinacional do ramo
de embalagens Tetra Pak com R$ 1,4 milhão, recebeu 1.400 inscritos.
Depois de uma fina peneira inspirada no modelo de seleção dos Seals
americanos, sobrarão 30 jovens de 16 a 20 anos.
Na quinta-feira, Joaquim estava no Estádio Olímpico de Londres quando
falou ao Aliás por telefone. Entre uma resposta e outra, dirigia
palavras de conforto à corredora americana Alice Schmidt, sua pupila,
desclassificada na semifinal dos 800 metros. Ele contou como foi, desta
vez nos bastidores, fazer história de novo nos Jogos. Joaquim também era
o técnico da atleta saudita Sarah Attar, de 19 anos, que de calça,
mangas compridas e lenço na cabeça, foi ovacionada pela plateia mesmo
terminado sua prova em último lugar. Pela primeira vez o comitê olímpico
saudita permitiu a participação de mulheres nos Jogos. E se até isso
mudou...
O que te vem à cabeça quando dirigentes esportivos e políticos dizem que nós seremos top 10 nos Jogos do Rio em 2016?
Bom, essa é a especialidade deles, não é? Falar. Falar qualquer
coisa. Mas tudo bem. Falar de objetivos altos não é ruim. Só que já se
passaram dois anos desde que o Brasil foi escolhido para sediar a
Olimpíada e nada foi feito para mudar o que interessa, o que realmente
será capaz de construir uma realidade nova no País, que é o esporte na
escola. Será que não enxergam que esse é nosso maior problema? Eu li que
dias atrás, aqui em Londres, autoridades brasileiras iniciaram
oficialmente a contagem regressiva para os Jogos do Rio. Com relógio e
tudo. Só agora?! Essa contagem tinha que ter começado dois anos atrás.
Se seis anos já seriam insuficientes para formar um atleta ou mudar a
estrutura esportiva do Brasil, quatro anos então... Temos que mexer
nesse cenário ONTEM. Os políticos e dirigentes fazem muita política e
pouca ação. A hora de falar já passou. Agora é hora de agir.
O dinheiro aumentou. Fala-se em R$ 2 bilhões investidos nos últimos quatro anos. Seria o dobro do ciclo olímpico anterior.
Sim, é verdade. Cresceu o apoio às confederações e ao Comitê Olímpico
Brasileiro (COB), que são os responsáveis pela tarefa de possibilitar
que os atletas ganhem medalhas. Mas tem um detalhe. Nós não temos esses
atletas em quantidade. Temos uns poucos. Sabe por quê? Porque a base de
onde se extraem possíveis medalhistas olímpicos é minúscula. Tirando o
futebol, o Brasil não é uma mina que jorra atletas de alto desempenho. A
falta dessa base é nossa maior deficiência. E a base precisa ser feita
na escola. É o caminho mais fácil e promissor, para o esporte e para o
País. Nos últimos seis anos, saiu ministro de Esporte, entrou ministro
de Esporte. Saiu presidente da República, entrou presidente da
República. E mudou o quê? Mas algo ainda pode ser feito.
O quê? De que maneira?
Para o Rio 2016 podemos copiar o exemplo britânico. Eles chamaram um
holandês que mandou todo mundo embora e convidou um monte de gente
comprovadamente boa, experts, muitos ex-esportistas do mundo todo, para
trabalhar basicamente com os atletas já existentes e com potencial. Por
meio das loterias, aumentaram os repasses de dinheiro e investiram
pesado individualmente nesses atletas. O resultado está aí: a
Grã-Bretanha deve terminar em terceiro lugar no quadro de medalhas, sua
melhor participação na história da Olimpíada.
Mas esse método não mascara nossa grande deficiência, que é
justamente a inexistência de um programa esportivo duradouro e que nos
faça crescer como nação? As medalhas olímpicas devem ser o objetivo em
si ou a consequência de um trabalho maior?
Você tem razão. A Olimpíada não vai acabar em 2016. E acho que o
Brasil também não. Então, não precisamos pensar tão pragmaticamente só
para daqui a quatro anos. O correto é aproveitar a grande oportunidade
que temos para implantar esse programa mais duradouro junto com a
educação, algo de que toda a população vai se beneficiar. Porque está
mais do que provado que a prática de esportes melhora as notas dos
alunos, afasta os jovens das drogas, da criminalidade, dá oportunidade e
por aí vai. Por outro lado, ter a medalha olímpica como objetivo não é
ruim. O atleta, o garoto, precisa acreditar que é possível. Parece
pouco, mas te asseguro que significa um passo enorme.
Imagino que essa segurança vem da sua própria história...
Sim, da minha vida no esporte. Quando eu tinha 15 anos um americano
me deu um par de tênis All Star - eu jogava basquete - e disse que
quando eu terminasse a escola em Taguatinga ele me daria uma bolsa para
estudar e jogar numa universidade americana. Eu ia duvidar? De jeito
nenhum! Eu pensava: “Puxa, se esse cara que nem é meu parente, meu amigo
ou meu vizinho vem de outro país e acredita desse jeito em mim, eu devo
ser especial... Vou nessa!” Foi assim que me tornei medalhista
olímpico, seis anos depois. Então, nós temos que plantar a semente da
vitória. A vitória pode ser a medalha olímpica. Mas também é a jornada
do garoto atrás dessa medalha. Veja uma coisa. Hoje (quinta-feira) a
minha atleta, Alice Schmidt, que eu treinei por sete anos, não se
classificou para a final dos 800 metros. Ela deixou a pista chorando, eu
a deixei chorar um tempo e então fui conversar. Ela já está no final da
carreira, portanto era praticamente a última chance dela em Olimpíada.
Perguntei se, apesar do resultado ruim em Londres, ela tinha aprendido
algo na trajetória esportiva dela. “Muita coisa, aprendi a viver”, ela
me respondeu. É isso! A medalha representa o sacrifício, o esforço, é um
símbolo importante. Mas, se ela não vem, a jornada tem que ter servido
para aprendizados e sentimentos maiores, coisas que você vai carregar
pelo resto da vida.
Além da Alice havia outra corredora treinada por você nos 800
metros, a Sarah Attar. Ela chegou em último lugar na eliminatória, 45
segundos atrás da primeira colocada, mas fez história por ser a primeira
mulher saudita a disputar uma prova de atletismo nos Jogos. Que tal a
experiência?
A Sarah realizou o sonho de muitas mulheres e meninas. Ela permitiu
que as novas gerações sonhem. Conheci a Sarah apenas seis semanas atrás,
e tenho orgulho dela como se fosse minha filha. Ela é originalmente
corredora de maratona. Nasceu nos Estados Unidos e tem dupla cidadania,
porque a mãe é americana e o pai, saudita. Treina e estuda em uma
universidade da Califórnia. O pai me ligou, explicou a situação. Ela
tinha sido convidada pelo COI, não disputou seletiva. Eu topei e pensei:
“Meu Deus, preciso montar um programa de trabalho para que essa menina
termine a prova sem se machucar”. Porque mudar da maratona para os 800
metros não é pouca coisa. Seria o mesmo que pedir pro Usain Bolt correr
os 10 mil metros. No fim, foi uma experiência muito legal. A Sarah é
supercompetitiva. Estava preocupada, não queria fazer feio. Ficava na
internet investigando sobre a pior marca dos 800 metros na história dos
Jogos. Aí falei para ela: “Para com isso, Sarah. Você já é uma vencedora
olímpica antes de entrar na pista. Quanto mais tempo você levar, melhor
para o mundo! Não esquenta com o tempo”. Ela curtiu estar ali. Depois
da prova veio me dizer que não tinha sentido o próprio corpo durante
toda a corrida. Estava consumida pela energia da plateia.
Voltando às ambições brasileiras: como é que se forja uma potência olímpica?
Certamente não é em quatro anos. Tem que dar oportunidade para o
garoto praticar esporte na escola, na comunidade dele, e dali você tira
os fora de série capazes de competir em alto nível. Qual é nossa
realidade hoje? Trinta por cento das escolas públicas brasileiras não
têm espaço adequado à prática esportiva. Não estou falando de quadras
poliesportivas. Não existe espaço nenhum, nada. São dados de uma
pesquisa encomendada pela organização Atletas Pela Cidadania, da qual
faço parte junto com Raí, Ana Moser, Magic Paula e uma porção de atletas
preocupados com o futuro do País. Hoje acontece o seguinte: o garoto
pobre brasileiro vê os grandes heróis olímpicos pela TV, se empolga e
sente vontade de imitá-los. Quer correr, nadar, jogar tênis, saltar. Ok,
ótimo! Mas onde ele vai praticar? Em clubes? Esquece, a família dele
não tem dinheiro para pagar a mensalidade. Quando eu ganhei a medalha de
ouro em Los Angeles, meu irmão e meu primo ficaram tão entusiasmados
que decidiram correr também. Começaram a correr na rua mesmo, sozinhos,
sem instrução, já que não tinha outro jeito. Durou dois dias o
entusiasmo deles. E talvez nós tenhamos perdido duas medalhas olímpicas,
vai saber... Isso faz quase 30 anos e continua do mesmo jeito. O poder
público não pode sonegar essa oportunidade ao garoto. Tem o dever de
proporcionar a chance de ele manter o entusiasmo, a chama. E é a escola
pública que pode fazer isso, não o clube. Do clube saem os atletas cujas
famílias podem bancar o início da jornada dele.
Um modelo perverso que faz o Brasil viver de heróis olímpicos esporádicos, não? Seu caso é uma exceção.
Mais ou menos. Eu tive sorte. Como meu pai era carpinteiro,
trabalhava na indústria de construção civil, eu podia frequentar o Sesi
(Serviço Social da Indústria) de Taguatinga. Meus amigos da escola ou do
bairro não podiam, pois precisava de carteirinha para entrar. Então,
aos 7 anos eu fui estudar num local que oferecia também boa estrutura
para a prática de esporte. Ali encontrei meu primeiro professor de
basquete, que depois descobriu meu talento para o atletismo. Era um
lugar onde eu passava a maior parte do meu tempo. No Sesi fui
apresentado a educação física, tratamento médico, alimentação correta,
vi um dentista pela primeira vez na vida, tomava remédio para matar os
bichos da barriga. O Joaquim Cruz campeão olímpico vem daí. Mas e os
meus amigos e vizinhos que só tinham a rua?
Por onde você começaria a mudança?
Insisto: na escola. Nos meus tempos de ginásio, nós íamos para a
escola de manhã e voltávamos lá à tarde para as aulas de educação
física. Hoje a educação física está dentro da grade escolar, antes da
aula de matemática e depois da de história. Ou seja, o garoto que é bom
em algum esporte, joga um basquetinho ralado na rua dele, não vai poder
desenvolver essa aptidão na escola, onde poderia dar a sorte de ter um
professor capaz de identificar nele algum potencial. Ao contrário, ele
vai ter só os 50 minutos de aula, insuficientes para desenvolver algo
consistente ou mostrar seu talento. E assim, o garoto que gosta de jogar
na rua continua na rua. Aí ele chega à adolescência, fase da vida em
que a gente se junta, faz grupos, turminhas, e em vez de se juntar a um
grupo de estudantes atletas como ele, com possibilidade de construir uma
vida melhor, ele se junta a grupos destrutivos. Bem, eu acho que o
Brasil conhece bem essa história...
Como funciona nos Estados Unidos?
Vou contar a minha experiência para você sentir a diferença. Eu tenho
dois filhos, de 18 e 15 anos. Quando o mais velho tinha 4, minha mulher
me pediu que eu o colocasse no esporte. “Ok, vou matriculá-lo no
futebol.” Saí da minha casa, andei mil metros até o centro comunitário
do bairro e inscrevi meu garoto nas aulas de futebol. Ali mesmo, no ato
da inscrição, me perguntaram se eu gostaria de ser professor voluntário
da turma do meu filho. Eu disse que não, pois não tinha experiência. Eu
nunca tinha tido um filho! Depois assumi uma turma de basquete. Mas na
primeira reunião com as famílias outro pai se prontificou a ficar com as
aulas. Ele recebeu as instruções necessárias e foi credenciado pela
prefeitura para ser treinador. Como nessa fase é algo bem básico, mais a
título de diversão, tudo bem que não seja um especialista. E tudo isso
sem custo, muito perto de casa, bem organizado e com boas instalações. O
centro comunitário tem ginásio, piscina, quadra de tênis, campo
gramado. Sem luxo, mas com o necessário. Cada bairro tem o seu, a 3 ou 4
quilômetros um do outro. O esporte está injetado na cultura americana -
e começa quase sempre nesses centros comunitários oferecidos pela
prefeitura.
E depois?
Na sequência vem a escola. No primeiro grau o garoto é apresentado a
diferentes modalidades, ainda sem competição. No ensino médio ele pode
participar de esportes competitivos e escolher: ou faz as aulas de
educação física, que são obrigatórias, ou entra para uma equipe que vai
competir com outras escolas do bairro, da cidade, do Estado, do país. O
poder público dá dinheiro para as escolas manterem essas equipes. Elas
são muito tradicionais. E tudo faz parte de um grande sistema gerenciado
por uma espécie de federação estadual, sem fins lucrativos, que
organiza as competições. Essa federação então trabalha em conjunto com
as universidades, que vão recrutar os melhores para serem seus
esportistas estudantes. A base, portanto, é muito grande. Encontrar
atletas com potencial para o alto rendimento não é procurar agulha no
palheiro como no Brasil. Desse sistema americano saem todos os grandes
esportistas do país.
Por que é tão difícil estruturar um sistema assim no Brasil?
Porque nossos políticos conversam demais, e só entre eles. Os Atletas
pela Cidadania têm um plano pronto, com diversas propostas de ação,
entre elas a de que o País invista para levar esporte a todas, TODAS as
escolas públicas até 2022. Há quase um ano nós pedimos uma audiência com
a presidente Dilma para apresentar esse plano. Estamos esperando.
E por que você insiste, Joaquim? Por que se importa? Por que luta contra uma estrutura que está aí há pelo menos 500 anos?
(Depois de longo silêncio, emocionado) Olha, o meu trabalho como
gente, como ser humano, não acabou ainda. Eu nasci com um objetivo. E se
isso não for levado para a frente, todo o sacrifício, os treinamentos,
as dores, as cirurgias terão sido em vão. (Silêncio de novo.) Existe
algo maior do que tudo isso, sabe? Eu acredito que toda criança nasce
uma estrela e tem o direito de brilhar. E nós adultos temos a
responsabilidade de oferecer oportunidades de ela brilhar. Acho que é
isso.
Secretário da Casa Civil publica artigo sobre democratização do acesso a água
Postado por jornal Atarde
Em
artigo publicado nesta quarta-feira (15), no jornal A Tarde, o
secretário da Casa Civil do Governo da Bahia, Rui Costa, apresenta o
investimento em distribuição de água realizado pela gestão do governador
Jaques Wagner. São R$ 4 bilhões captados para que baianos e baianas
tenham acesso a este bem público.
Em
artigo publicado nesta quarta-feira (15), no jornal A Tarde, o
secretário da Casa Civil do Governo da Bahia, Rui Costa, apresenta o
investimento em distribuição de água realizado pela gestão do governador
Jaques Wagner. São R$ 4 bilhões captados para que baianos e baianas
tenham acesso a este bem público.
Costa
defende que o maior investimento em água na história da Bahia está em
execução e que o padrão de condução do governador Wagner é o mais humano
que o estado já teve. Ele ressalta ainda importantes ações do Programa
Água Para Todos, que serviu de exemplo para a política de distribuição
de água do governo federal.
Leia na íntegra:
O maior investimento em água da história da Bahia
Chegamos
ao governo, sob a liderança de Jaques Wagner, com a missão de superar
as décadas de atraso e negligência na Bahia, quando os mais pobres não
recebiam a atenção necessária, em especial a população do semiárido. O
governador encontrou um estado com diversas marcas sociais negativas,
como a pior taxa de analfabetismo, o alto índice de pobreza e uma das
menores proporções de distribuição de água de todo o país.
O
governo anterior, no período entre 1999 e 2006, investiu cerca de R$
1,1 bilhão em abastecimento de água. De 2007 a 2012, captamos e
executaremos R$ 4 bilhões, elevando em 249% o valor investido em oito
anos da gestão passada. Os números superam qualquer referência histórica
na Bahia e traduzem o esforço e a prioridade do governador em levar
esse bem público, tão essencial à vida humana, a quem mais precisa.
Esta
prioridade ficou explícita já no primeiro ano, com o Programa Água Para
Todos, que é o carro chefe deste novo padrão de condução: o mais humano
que a Bahia já teve. Somando os recursos para água e esgotamento
sanitário, o programa totaliza hoje R$ 7,7 bilhões.
Só
em 2012, quando vivemos a pior seca dos últimos 50 anos, captamos R$
1,7 bilhão para ampliar e fortalecer a infraestrutura hídrica do estado.
Resultado de uma sensibilização e articulação com o governo federal,
que garantiu a inserção da Bahia no Plano de Combate aos Desastres
Naturais, anunciado pela presidenta Dilma Rousseff.
Estes
investimentos se materializam em obras estruturantes, como o Projeto
Águas do Sertão, que já beneficia cerca de 83 mil pessoas distribuídas
em 22 localidades baianas, no chamado “polígono da seca,” e as duas
adutoras que captam água do Rio São Francisco: a do Algodão e a do
Feijão, que abastecerão a região de Guanambi e Caetité e a de Irecê.
Juntas, somam R$ 320 milhões e beneficiarão 657mil pessoas.
Outras
tecnologias são utilizadas, a exemplo de 2,3 mil sistemas simplificados
de abastecimento já concluídos. Alcançaremos a meta de 4 mil em oito
anos. Para as populações dispersas, residentes da zona rural, foram
construídas 93 mil cisternas de água, ultrapassando a marca de 170 mil
até 2014. Em novas ligações, os números também são extraordinários: 636
mil, e devem chegar a mais de 900 mil.
Com
o Água Para Todos, famílias inteiras estão saindo de ciclos dramáticos
de escassez para adentrar a democratização do acesso aos recursos
hídricos de qualidade em quantidade. Dentre os principais resultados
alcançados pelo programa, destaca-se a recuperação da dignidade do
cidadão, a geração de emprego e renda, a melhoria na saúde pública e o
combate à indústria da seca.
O
trabalho não se finaliza com as obras. Existe uma real preocupação com
os beneficiados. São realizadas medidas de capacitação, no que tange à
gestão do meio ambiente e no armazenamento da água, viabilizando a
permanência do homem no campo e poupando o desgaste recorrente do
trabalhador rural na busca e transporte de água.
Deu
certo. Por priorizar a qualidade de vida do cidadão, a Bahia vence
desafios e é exemplo para todo o país. O alcance dos resultados fez com
que o Água Para Todos ganhasse proporções nacionais. O projeto
implantado pelo governador Jaques Wagner foi incorporado na política de
distribuição de água do governo federal.
Muito
ainda precisa ser feito, daí a importância de darmos continuidade aos
trabalhos. Entendemos a seca como uma consequência natural do clima
desta região e que não é possível vencer a natureza. Portanto, nosso
objetivo não é o combate, mas a busca de alternativas para uma boa
convivência com o semiárido. É uma forma de garantir condições de
cidadania e perspectiva de desenvolvimento a todos os baianos.
Só
quem testemunha a dimensão deste trabalho tem noção da alegria que é
ver um senhor, aos 70 anos de idade, ter água na torneira de casa pela
primeira vez. O reconhecimento do cuidado e atenção está impresso na
vida dos baianos e baianas. Esta marca os livros já podem contar: Wagner
é o governador que mais investiu em água na história da Bahia.
Parabéns.(15/08/2012)
O que é Educação de Qualidade?
Postado por Planeta Educação
João Luís de Almeida Machado Doutor
em Educação pela PUC-SP; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura
pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP); Professor Universitário
e Pesquisador; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte –
Aprendendo com o Cinema" (Editora Intersubjetiva).
Educadores também salvam vidas

Se
tivesse que sintetizar e responder em poucas linhas a
questão‑título deste texto, não teria
dúvidas, diria que educação
de qualidade é aquela que garante ao cidadão
acesso, compreensão e uso das possibilidades a ele
concedidas pelo conhecimento, de forma crítica,
cidadã, ética e fraterna.
Nesse
sentido, creio ser de grande valia analisar alguns dos termos‑chave
desta síntese, a principiar pela própria
expressão “educação de
qualidade”, que pode ser entendida, para início de
conversa, como redundante, apesar de bastante necessária. O
acréscimo do vocábulo
“qualidade”, definido no dicionário
Aurélio como sendo a “propriedade,
atributo ou condição das coisas ou das pessoas,
que as distingue das outras e lhes determina a natureza”
ou ainda como aquilo que define padrões de “superioridade,
excelência”
para alguém ou algo deveria ser inerente, ou seja, entendido
como característica presente ou, no mínimo,
almejada para a educação.
Não é isso o que acontece. Quando falamos
simplesmente de “educação”
não agregamos a este conceito, a princípio, como
dado permanente e presente, ou ao menos esperado, a ideia de
prática virtuosa, superior. Ou seja, Educação
e Qualidade
não são palavras que entendemos como
irmãs, emparceiradas e unidas de forma
indissolúvel. Ao menos não até o
momento. Por isso utilizamos como distintivo a expressão
“educação de qualidade”.
Há, portanto, em nosso horizonte,
“educação” e
“educação de qualidade”.
O que
esperamos é que isso venha a acontecer, de tal modo que, ao
falarmos em educação num futuro indefinido, que
esperamos próximo, já concebamos tal
ação ou área de
atuação como sendo de
“qualidade”, ou seja, de alto nível.
Indo um
pouco além na definição inicialmente
apresentada, daria enlevo à ideia de que a
educação deve “garantir” ao
cidadão acesso, compreensão e uso do
conhecimento. Não vivemos num país em que as
garantias sejam culturalmente significativas, a não ser que
nosso direito de consumidores seja diretamente afetado pelo mau
funcionamento de um televisor ou de um computador, por exemplo.
A
garantia de uma educação que ofereça
possibilidades reais de progresso dentro do contexto social,
econômico e político em que vivemos, a todo e
qualquer cidadão, não deveria ser apenas um belo
discurso apregoado em nossas leis. O não cumprimento deste
preceito constitucional deveria resultar em penalidades a todas as
pessoas que, responsáveis por essa
ação, não proporcionarem reais
possibilidades a seus alunos de atingirem metas e resultados que
comprovadamente garantam a eles o esperado sucesso educacional.

E o que
queremos dizer com “sucesso educacional”? Altivez,
voz ativa, capacidade e ensejo à
participação, condição de
avaliar criticamente as variáveis do mundo em que vive,
compreensão dos códigos e normas que regem a vida
em sociedade, respeito pelo próximo,
mobilização em favor de valores universais [como
a paz e solidariedade] e capacidade de empreender, de realizar,
são atributos esperados para que possamos atestar tal
sucesso.
Mas
estes resultados acontecem ao longo de toda a vida, cabendo a escola
papéis aparentemente “menores” nesta
jornada rumo ao cidadão consciente, integrado, participativo
e solidário mencionado como aquele que atinge o sucesso
educacional. Às escolas competem ações
mais objetivas e claras como a alfabetização e o
letramento, o estímulo e a prática da leitura, a
compreensão e uso da linguagem matemática, o
acesso a línguas estrangeiras, o ensejo e
apreciação das artes, o entendimento do mundo e
da humanidade a partir das ciências humanas, o incentivo
à prática desportiva...
E
é justamente neste ponto que reside a necessidade de virar a
mesa e compreender que, todas estas ações
empreendidas pela escola, em parceria com a família e a
sociedade como um todo, ungida e promovida pelas forças
políticas que comandam o país [independentemente
de bandeiras políticas], constituem o alicerce fundamental
para a consecução da
educação de qualidade, aquela que concretiza o
sucesso educacional.
Cada
ação educacional, realizada da forma mais
competente, profissional e plena possível tem a capacidade
de consolidar nos estudantes mais e melhores possibilidades de
êxito em suas vidas. E mais, o entrelaçamento de
todas as ações e práticas realizadas
ao longo da vida escolar de uma criança é capaz
de definir aonde ela poderá chegar, ou seja, se
será um técnico especializado, um
médico a salvar vidas, um professor competente ou se
irá purgar em sua existência terrena, subempregado
ou desempregado, mendigando pelas ruas, vivendo em barracos ou embaixo
da ponte...
Costumo
ressaltar que assim como os médicos, também os
professores [e todos os outros profissionais, cada qual no seu
ínterim, em sua área de
atuação] são capazes de salvar vidas.
Se ao médico compete realizar tal ato de forma mais
palpável e visualizável aos nossos olhos, no caso
dos educadores, a educação qualificada pode
significar melhores empregos, participação
política, compreensão das leis, capacidade de
manifestação...
Indo um
pouco além das garantias e dos resultados
proporcionáveis pela educação de
qualidade, devemos também refletir quanto ao uso do termo
“cidadão”
surgido na afirmação inicial que embasa este
texto. Não é possível crer como sendo
“cidadãos” nossos conterrâneos
brasileiros que não tem acesso garantido a um sistema
educacional que lhes garanta autonomia e
condições de igualdade na luta por uma vida mais
digna. Cidadania encerra, enquanto conceito, a compreensão
de que para seu pleno exercício devam existir algumas
prerrogativas básicas, entre as quais, certamente, a
educação [de qualidade] “puxa a
fila”.

Cidadão, de acordo
com o Dicionário Aurélio, é o
“indivíduo
no gozo dos direitos civis e políticos de um Estado”.
Como alguém pode usufruir dos direitos e cumprir com os
deveres estabelecidos por qualquer Estado estabelecido de acordo com
prerrogativas democráticas se é alijado logo de
princípio por não ter acesso ou não
dispor de educação que lhe conceda os quesitos
mínimos para o exercício de suas
responsabilidades e gozo de seus direitos?
O
mínimo que se pode dizer é que vivemos paradoxos
como o da cidadania que é concedida por lei, mas
incompreendida por quem a ela deveria ter acesso por incapacidade para
o exercício da leitura... Ou ainda que tenha o poder de
ditar os rumos políticos do país
através do voto, os brasileiros na realidade não
decidem por não estarem aptos a entender com a devida
profundidade quem são os candidatos, os partidos, as
plataformas ou mesmo quais as funções de cada
cargo eletivo...
De
qualquer forma, ainda que compreendamos tudo aquilo que já
foi debatido nestas linhas [e isto nos torna privilegiados num
país em que ainda existe expressivo contingente de pessoas
que não tem acesso ou capacidade de compreensão
para tal], cabe finalizar o presente artigo destacando que ao
cidadão brasileiro [ou de qualquer nacionalidade] deve ser
dado e executado o direito de acesso, compreensão e uso do
conhecimento humano.
Neste
sentido precisamos de escolas que não apenas
“reproduzam” e despejem conhecimento livresco sobre
nossos estudantes. Promover o pensamento, a prática
científica voltada para a aplicação em
prol da sociedade, a capacidade de participação,
o ensejo as artes e aos esportes não apenas como discurso ou
como “objetivo” que consta dos planejamentos anuais
é algo a se realizar. As escolas precisam ir além
do acesso ao conhecimento, promovendo de forma clara e consistente
também a compreensão e, em especial, a
utilização destes saberes em suas vidas.
Agora,
é preciso igualmente forçar a leitura
até o final da definição apresentada
quanto à “educação de
qualidade” para que não nos esqueçamos
que o acesso, a compreensão e o uso do conhecimento devem
ser sempre guiados por conceitos de fraternidade, justiça,
lealdade, criticidade, ética e cidadania. Só
assim teremos, de fato, atingido o almejado sucesso educacional. Apenas
contando com estas bases como o apoio à
aplicação dos saberes acessados e em
utilização é que poderemos ter certeza
que atingimos, de fato, a educação que cremos ser
de qualidade...
ASSEMBLEIA GERAL
APPI/APLB - SINDICATO CONVOCA TODA
CATEGORIA PARA ASSEMBLEIA GERAL DA REDE MUNICIPAL QUE VAI ACONTECER
NESTA QUINTA FEIRA, DIA 16/08/2012, ÀS 15:30 H., NO AUDITÓRIO DO IME-
CENTRO, TENDO COMO PAUTA: ATRASO DE SALÁRIO.
Postado por
APPI-APLB/SINDICATO - COSTA DO CACAU
Eleição de Carmelita é prioridade para o PT e para a presidente Dilma, afirma Falcão
Rui Falcão também
confirmou que nesta quarta-feira (15), Professora Carmelita será
recebida, em São Paulo, pelo ex-presidente Lula. “Ela também conta com
ele”, garantiu. Ainda segundo o dirigente, o PT de todo o Brasil entra
de corpo e alma para ajudar Carmelita. “É não será só para ganhar a
eleição. Será para colocar Ilhéus nos trilhos e em sintonia com o
governo federal”, completou. Além do presidente nacional da sigla,
esteve em Ilhéus o sindicalista Jonas Paulo, presidente estadual do PT,
que veio reforçar o apoio dos dirigentes estaduais à candidatura de
Professora Carmelita. “Não abriremos mão de ajudar governos com a
sensibilidade de apoiar o nosso projeto nacional. Entendemos a
importância da candidatura de Professora Carmelita. Sabemos que Ilhéus
não pode esperar. Não queremos ficar ouvindo o apito do trem e do navio
que passarão pela Fiol e pelo Porto Sul. Queremos isso em forma de
benefício para o povo de Ilhéus, o povo mais simples”, afirmou.
Para Jonas Paulo a
cidade vive um momento em que é preciso ter um gestor que não tenha
apenas a visão de administrar, mas que ofereça a sensibilidade para
cuidar das pessoas. “E quem cuida bem, sabe cuidar melhor do que
qualquer pessoa é a mulher, é a mãe”, destacou. O presidente estadual do
PT denunciou que setores que disputam a eleição chegaram até a
trabalhar contra os investimentos previstos para a cidade. “Eles queriam
apostar no caos, por quem com o caos tudo ficaria mais fácil”, disse.
“Deixa a disputa acontecer. Nós sabemos quanto vale a nossa sola de
sapato. E temos a tranquilidade de dizer que esta curva ascendente da
Professora nos anima e empolga a militância. Alguém achava que ia ter
WO, mas a vitória vai ser nossa. Temos condições objetivas de vencer”,
garantiu. Jonas Paulo disse ainda que a vinda do presidente nacional do
PT é apenas um começo de sucessivos apoios nacionais que Carmelita terá.
”Viremos mais, viremos todos. Temos o compromisso em fazer as
transformações que ilhéus almeja. O Brasil tem responsabilidade com esta
cidade”, finalizou.
Postado por
rapazoi
Inema recebeu estudos ambientais da BR-415

O Estudo de Impacto
Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) para a
duplicação da BR-415, entre Itabuna e Ilhéus, já foi entregue ao
Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA).
No Governo da
Bahia, a expectativa é de que até o final de agosto sejam divulgadas as
datas das audiências públicas que serão realizadas nos dois municípios.
A duplicação da
rodovia é uma antiga reivindicação da população sulbaiana que,
juntamente com a nova ponte do Pontal, em Ilhéus, irá melhorar a
mobilidade urbana da região.
São obras vitais
para a interligação do sul e extremo sul da Bahia. “O esforço do Governo
da Bahia é implantar uma infraestrutura com capacidade de dar vazão ao
fluxo de mercadorias," diz o secretário Rui Costa, da Casa Civil.
“Por isso, a
logística composta pelo Porto Sul, Fiol, BR-415 e o novo aeroporto de
Ilhéus fortalecerá a economia baiana e potencializará o crescimento do
estado”. ( Informações do Agravo via Jornal A Região)
Convite para a exposição Retratos e cenários para a construção de um Campus Integrado da Educação Básica
Estamos preparando mais uma etapa importante do processo
participativo de criação dos projetos pedagógico e
arquitetônico do Campus Integrado de Educação Básica de
Serra Grande: a exposição Retratos e cenários
para a construção de um Campus Integrado da Educação
Básica, que acontecerá no dia 24 de
agosto 2012, à tarde, na Praça Pedro Gomes e na CasAzul,
em Serra Grande.
Esta mostra apresentará todos os produtos resultantes das
metodologias vivenciadas na discussão da construção dos
novos espaços das escolas e sua relação com o território,
pelos alunos e professores das escolas públicas da vila,
dos grupos de trabalho do processo e da comunidade.
Nesse evento contaremos com a presença do Magnífico
Reitor da Universidade de Lisboa, Prof. Dr. Antônio Nóvoa
que, antes de visitar Serra Grande, irá proferir uma
palestra na Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC com
o título Práticas Inovadoras em Educação:
utopias e desafios.
Em resumo:
Trata-se de evento de culminância do processo
participativo de criação dos projetos pedagógico e
arquitetônico do Campus Integrado de Educação Básica de
Serra Grande.
Data: 24 de agosto 2012| Horário | Manhã – 8:00-11:30h | Tarde - a partir de 13:30h |
| Local | Universidade Estadual de Santa Cruz Rodovia Ilhéus/Itabuna, km 25 Auditório Paulo Souto |
Serra Grande, Uruçuca (Bahia) - Praça Pedro Gomes - CasAzul |
| Evento | Palestra Prof. Dr. Antônio Nóvoa | Exposição: Retratos e cenários para a construção de um campus integrado de educação básica. |
Veja em anexo convite e programação detalhada.
Por gentileza, confirme a sua participação, para que possamos planejar a sua recepção e garantir uma estadia confortável ao longo do evento.
Por favor, confirme a recepção deste.
Contatos:
CasAzul – Valerie e Simone –
73 3239 6109 ou 9981 6671Casa Branca – Regina –
73 3239 6322 GT Mobilização e Comunicação
Núcleo de Comunicação Aprendiz
73 3232 6322 novaescoladeserragrande.blogspot.com
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