postado por Gusmão
Mundinho foi goleiro do Esporte Clube Bahia no final da década de 60. Atuou com jogador do Colo-Colo, e por várias vezes foi treinador da seleção de Ilhéus. Como dirigente, presidiu a liga ilheense de futebol amador.
Indicando a qualidade da administração do Bolsa Família pelo município, o Índice de Gestão Descentralizada (IGD) varia de 0 a 1. Quanto maior seu valor, maior será o valor do recurso transferido pelo governo federal ao município. Em Uruçuca, a avaliação subiu de 0,38 para 0,58 e o aumento das condicionalidades foi um dos requisitos que ajudou a demonstrar o melhor gerenciamento do Programa Federal. “Nossa meta é melhorar a avaliação do município para que possamos executar mais ações ligadas ao Programa”, disse Alice.
Segundo a secretária de Trabalho e Ação Social, as condicionalidades são compromissos obrigatórios nas áreas de educação, saúde e assistência social assumidos pelos beneficiários do Bolsa Família e poder público. Alguns exemplos são: frequência escolar, vacinação, acompanhamento do desenvolvimento e serviços socioeducativos. Estas são algumas exigências do Ministério do Desenvolvimento Social para que as famílias continuem recebendo o benefício.
O objetivo da Secretaria de Trabalho e Ação Social é aumentar o número de beneficiários do Bolsa Família para mais de quatro mil. Para isso, a partir de julho, duas vezes por semana serão efetuados cadastramentos, atualização dos dados e demais atendimentos a cerca do Programa no distrito de Serra Grande. Na zona rural, os serviços serão prestados às segundas e sextas-feiras, enquanto a zona urbana será atendida nos demais dias.
Para o prefeito Moacyr Leite, as melhorias obtidas no Programa Bolsa Família são os primeiros passos para que Uruçuca consiga ampliar sua rede de atendimento aos cidadãos em situação de risco social. Segundo ele, estão sendo adotadas as medias obrigatórias a fim deixar o município habilitado para receber outros programas federais, como o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti).
Para celebrar os 186 anos da independência da Bahia, a comunidade de Itacaré vai realizar o desfile de 2 de Julho. Os caboclos, símbolos da vitória da nação, Ana Nery, Maria Quitéria, General Labatut, serão representados no cortejo, que relembrará os fatos e personagens históricos do Brasil e da Bahia até a expulsão dos portugueses em 1823. O ato cívico, com direito ao tradicional carro alegórico, será iniciado às 16 horas desta quinta-feira (02), tendo como ponto de partida a Praça do Canhão.
Realizado há 50 anos, o desfile é organizado por uma comissão de senhoras, responsáveis pela confecção das fantasias e ornamentação. Neste ano, a Prefeitura de Itacaré, através da Secretaria de Educação, está apoiando o evento, arcando com algumas despesas, como o aluguel da casa onde estão sendo feitos os preparativos.
De acordo com a secretária de Educação, Juliana Delmont, além de dar suporte para que a festa seja bonita, alguns alunos da rede municipal também se disponibilizaram a participar do desfile de 2 de Julho. “A celebração do ato cívico não é apenas importante pelo seu valor histórico, mas também fez parte da cultura de Itacaré, uma vez que será comemorado o quinquênio da iniciativa”, declarou.
Para o prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, a realização do desfile comemorativo é importante para manter a memória local viva. “Queremos resgatar também o desfile de 2 de Julho que era realizado no distrito de Taboquinhas. Assim, as novas gerações poderão manter as tradições e conhecer suas raízes, através da história de lutas da Bahia”, complementou.
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| Tramita na Câmara o Projeto de Lei 4924/09, do deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que estabelece piso salarial de R$ 4.650 para os enfermeiros e reajuste anual pelo INPC. O projeto fixa para o técnico de enfermagem piso equivalente à metade deste (R$ 2.325), e para o auxiliar de enfermagem e a parteira piso equivalente a 40% (R$ 1.860). A proposta altera a Lei 7.498/86, que regulamenta essas profissões. Jornada desgastante Mauro Nazif argumenta que os profissionais da área da saúde precisam de melhores garantias, pois são obrigados a uma jornada de trabalho desgastante, associada ao estresse pelos constantes deslocamentos entre diversos locais de trabalho. "Isso acaba prejudicando a totalidade da população, que, a cada dia, tem seu sofrimento aumentado com a deterioriação do sistema de saúde", afirma o deputado. Ele conclui salientando que esse piso salarial vai proporcionar melhores condições de trabalho e valorizar os profissionais da área da saúde. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. |
| Agência Câmara |
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Evandro Matos
A incerteza da propalada reforma eleitoral tem deixado uma séria de deputados angustiados. Além de aguardarem com expectativa a possibilidade de mudança de partido sem correr o risco de cometer o ato de infidelidade partidária, vários deputados federais e estaduais baianos veem cada vez mais essa possibilidade ir embora. A proximidade do dia 4 de outubro, data limite para que os candidatos estejam filiados a um partido político, os deputados buscam fazer acordos para a aprovação de uma regra mínima, ou uma minirrefor-ma, para que lhes permita uma saída sem consequencias.
Na Bahia, o caso mais complicado é o dos parlamentes do PR, que é presidido pelo senador Cesar Borges. O problema é que o partido está dividido entre duas facções, uma que apoia o governo estadual, liderada pelo deputado federal José Carlos Araújo, e outra oposicionista, que segue a orientação do senador Cesar Borges. Na ala governista, pelo menos quatro deputados aguardam ansiosamente a minirreforma: Pedro Alcântara, Gilberto Brito, Ângelo Coronel e Ivo de Assis. Todos eles apoiam a candidatura à reeleição do governador Jaques Wagner (PT) ao governo do estado, mas estariam dispostos a deixar a legenda caso aparecesse outra possibilidade de abrigo sem risco.
Recentemente, o PR se reuniu para traçar os rumos de 2010, mas a única certeza tirada desse encontro foi o apoio pela candidatura à reeleição do Senador Cesar Borges ao Senado. O deputado Pedro Alcântara, por exemplo, concorda com a unidade em torno da reeleição do senador republicano, mas não descarta a mudança para outro partido caso a janela apareça. "O partido ainda não se posicionou em relação a 2010. Se existir alguma possibilidade, vamos analisar. A janela pode ser uma solução", declarou.
O PSDB é outro partido baiano que vive o drama da reforma política. A aliança formulada com o Democratas na semana passada já provocou a primeira baixa no partido com a saída do deputado Marcelo Nilo. Embora sua saída seja por questões políticas, e com o aval dos antigos aliados, Nilo não tem a certeza de que sem uma minirreforma o seu mandato não esteja ameaçado. Mas a situação pior é a do deputado Emério Resedá, que havia prometido a Nilo que se transferiria junto com ele para outro partido, em caso de sua saída do ninho tucano. Resedá bem que tentou sair, mas teve que recuar diante da ameaça de perda de seu mandato por conta da infidelidade partidária. Por enquanto, ele permanece no PSDB, embora reconheça o seu desconforto.
Assim, de olho nas eleições de 2010, parlamentares da base aliada, principalmente, aguardam a abertura de uma janela política dentro de uma reforma que flexibilize a fidelidade partidária. Sobre o assunto, o deputado federal Jutahy Júnior (PSDB) disse não acreditar numa reforma política para valer nas próximas eleições. "É que não haverá mais tempo. O máximo que poderá acontecer serão alguns ajustes na lei eleitoral, mas nada com profundidade", avaliou o parlamentar tucano.
Para agradar aos adeptos do troca-troca sem ganhar a resistência dos partidos de oposição que temem perder filiados para a base governista, o deputado federal Luciano Castro (PR) deve incluir na proposta a proibição de o político mudar de legenda mais de uma vez no mesmo mês de movimentos pré-eleitorais. Além disso, o projeto promete criar barreiras para que as trocas aconteçam em períodos inferiores a quatro anos. Na prática, deputados federais não poderiam deixar as legendas pelas quais foram eleitos durante as convenções referentes aos pleitos municipais. "É uma questão de limitar a circunscrição. Dessa forma, ninguém vai poder ficar usando eleições diversas para justificar a troca a cada dois anos. Terão de esperar quase quatro. Achei que essa foi a melhor maneira de tentar agradar a todos", explica o parlamentar.
Uma alternativa à proposta de Castro bem aceita pelos parlamentares é o projeto apresentado em maio deste ano pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O texto reduz o prazo para a obrigatoriedade de filiação, prevendo que uma pessoa interessada em candidatar-se deve se filiar até março do ano da eleição, e não mais até setembro do ano anterior.
A redução pela metade do prazo para que o político decida por qual partido concorrerá ao pleito terá efeito direto nos processos de cassação por infidelidade partidária. Isso porque, com a proximidade da eleição, passam a ser remotas as chances de um infiel ser condenado à cassação antes de concluir o mandato em curso. A ideia ganhou a simpatia dos peemedebistas e passou a tramitar em regime de urgência.
Tem que vir apoiar. Isso aqui é Vitória, é sangue. O desabafo do jogador Apodi, acompanhado de um gestual indicando o falatório da torcida, no final do jogo contra o Botafogo, foi contra as vaias que ecoaram no Barradão, enquanto o Vitória empatava com a equipe carioca. Mas as mesmas palavras podem ganhar outro significado se forem expostas aos números da média de público do Vitória nos três jogos disputados em casa.
Apesar da boa campanha do time do Vitória, a massa rubro-negra não tem marcado grande presença no estádio do Barradão. Foram ao todo três jogos em casa, todos aos finais de semana, contra os tradicionais Sport, Grêmio e Botafogo.
Em todas as partidas, o Leão só conheceu o gosto doce dos três pontos. Contudo, nenhum dos jogos foi acompanhado de um número de torcedores acima dos 20.000, dignos da campanha que vem desenvolvendo a equipe.
No jogo contra o Sport, justificada pela forte chuva em Salvador, apenas 4.588 torcedores assistiram ao gol de Neto Baiano, que garantiu o segundo triunfo rubro-negro no campeonato.
Contra o Grêmio, jogo da recuperação do Vitória, após conhecer a primeira derrota contra o Cruzeiro, o público registrado no Barradão foi de 16.310, maior do time na competição.
Nem todos os torcedores, porém, chegaram a ver o gol de Leandro Domingues, aos 48 minutos. Crentes em um possível empate, foi visível o abandono de muitas pessoas antes do apito final.
Média – Antes do jogo contra o Botafogo, o Instituto Datafolha havia catalogado alguns números do Campeonato Brasileiro de 2009. Dentre eles a quantidade de cabeças que cada time arrasta para seus domínios.
O Vitória apresentava a quarta pior média, com um público de 9.557, a frente apenas de equipes pouco tradicionais ou com mal desempenho no início do Brasileirão.
A torcida do Vitória só compareceu mais do que a do Goiás (7.504), Santo André (6.192) e Barueri (2.934). Os números do confronto contra o Botafogo pouco têm a acrescentar a essa média inicial. Às vésperas do São João, 12.274 estiveram presentes para o 4 a 3 diante dos cariocas.
Na próxima quinta-feira, 25, começa em Brasília a II Conferência Nacional da Igualdade Racial II Conapir. O encontro vai reunir cerca de 1.500 pessoas e termina no dia 28.
Os participantes foram escolhidos durante as conferências estaduais e representam instituições de governo e sociedade civil organizada.
Os debates vão tratar de temas como titulação de terras, quilombos, ações afirmativas, educação, religiões afro-brasileiras, saúde e combate ao racismo institucional.
Temas relacionados aos povos indígenas e de etnia cigana também fazem parte do programa da Conapir.
A cerimônia de abertura contará com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro de Promoção da Igualdade, Edson Santos.
A APPI itinerante esteve no último dia (27) visitando as escolas na região da Praia do Norte, passando pela Escola Malaquias Reis, na Tulh...